20 Dicas de Aumentar Sua Energia nos Dias Frios

JULIANA VINES
FOLHA DE SÃO PAULO

CHÁ DE ESTÍMULO
Quem esquece (ou tem preguiça) de tomar água no frio não pode deixar de tomar chá. A professora de ioga Vanessa De Luca recomenda um chá de gengibre com canela, dois ingredientes estimulantes.

BANHO DE SOL
Dias mais curtos e menos luminosos são uns dos maiores culpados pelo desânimo do inverno. Nessa época, há uma maior liberação de melatonina, o hormônio do sono. Deixar a casa bem iluminada desde cedo é um antídoto, assim como aproveitar o máximo de sol possível. “A energia tem muita relação com a luminosidade. A luz estimula nosso marca-passo de alerta.”

CARDÁPIO TERMOGÊNICO
Há alimentos que aceleram o metabolismo, são os chamados termogênicos. Estão na lista a pimenta, o café, o chá-verde e o gengibre. “Tente colocar mais pimenta nos pratos de sempre”, recomenda a nutricionista funcional Daniela Jobst.

ANTIDEPRESSÃO
O aminoácido triptofano, presente em alguns alimentos, é um precursor da serotonina, neurotransmissor que ajuda a regular o humor e dá a sensação de bem-estar e prazer. Se consumimos a substância, aumentamos a quantidade de serotonina no organismo. É quase uma ação antidepressiva. Há triptofano na banana, no chocolate e em cereais integrais, diz a nutricionista Paula Gandin.

Veja outras dicas em:

 http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/929413-veja-20-maneiras-de-aumentar-a-sua-energia-nos-dias-frios.shtml

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O que Jesus Não Faria!

Vídeo hilário! Vale a pena assistir.

15 Dicas Para Desintoxicar Depois das Festas

 

1. Suco detoxificante, comece o dia com ele. Em uma caneca com água quente esprema ¼ de fatia de limão, e gengibre esmagado ou ralado a gosto. Beba antes do café da manhã.

 2. Beba água – Se o corpo não está devidamente hidratado, os rins dão trabalho extra para o fígado e outros órgãos, o que compromete o processo de purificação do sangue. Beba pelo menos 1,5 litros de água pura ou filtrada diariamente para melhorar a sua saúde. Mantendo-se hidratado resulta na melhora da pele, estimula a digestão, alivia dores, melhora o metabolismo, e renova sua vitalidade e energia.

 3. Almoço ou janta à base de frutas e verduras. Comer um pequeno almoço, como salada de frutas e folhas verdes; palitos de cenoura, pepino e outros vegetais com houmus ou guacamole; ou um smootie feito na hora com granola sem açúcar.

 4. Evite chá preto, café e álcool. Substitua por chá de ervas, como a urtiga para tonificar os rins, ou suco de limão. Sumos frescos, tais como cenoura, beterraba, maçã e pepino também são fantásticos para nutrição e limpeza do organizmo. Estes sumos devem ser bebidos frescos diariamente – de preferência com o estômago vazio para o máximo benefício.

 5. Reduza o consumo de produtos de origem animal. Evite produtos lácteos, estes produzem muito muco no organismo. Substituir por leites e queijos vegetais. Evite embutidos e carnes gordas, ubstitua por lentilhas, feijão, tempeh (tofu fermentado), quinoa, amaranto, sementes e castanhas, que são proteínas de boa qualidade.

 6. Evite todos os alimentos processados, esses que vêm em pacote, por exemplo refeições prontas, salgadinhos e biscoitos. Coma alimentos no seu estado natural (não transformados) e cozinhe os alimentos no vapor, fervura ou levemente salteados ao invés de fritar.

 7. Escolha alimentos orgânicos aos alimentos não-orgânicos para minimizar o consumo de pesticidas tóxicos.

 8. Evite bebidas alcólicas. Estas sobrecarregam o fígado fazendo com que todas as toxinas adquiridas da comida e do ambiente fiquem mais tempo causando danos no seu corpo.

 9. Elimine parasitas intestinais. Os sintomas da infestação parasitária incluem dor abdominal, constipação, anemia, fadiga, problemas digestivos, tonturas e dores nas articulações, para citar alguns. Para eliminá-los coma semente de abobora, alho cru, sementes de erva doce ou hortelã.

 10. Evite trigo (por exemplo, pão, massas, bolos e biscoitos). Muitas pessoas tem alergia a este alimento e não sabem. Substitua por arroz integral, macarrão de trigo sarraceno, quinoa, pão de centeio e bolos de aveia.

 11. Elimine o stress. O estresse faz o corpo liberar os hormônios do estresse na corrente sanguínea, que são impencilios à boa saúde. Grandes quantidades desses hormônios pode criar toxinas no organismo e podem retardar a ação das enzimas no fígado. Tente oração, meditação, yoga, tai chi, musicas relaxantes…

12. Coma pelo menos cinco porções de frutas e vegetais por dia. Para almoço e jantar, encher  pelo menos 50% do seu prato com legumes e comer tanta variedade de cores quanto  possível, com o objetivo de cobrir todo o espectro do arco-íris.

13. Coma snacks. Comer entre as refeições evita a gangorra metabólica que deixa você cansada, irritada e ainda faz seu corpo reter mais gorduras na refeição seguinte. Escolha alimentos frescos ou secos, como frutas, barra de cereais, palitos de vegetais, meio abacate, sementes misturadas.

14. Coma fibras – alimentos que são ricos em fibras agem como solventes naturais e desintoxicantes. Estes também  reduzem a taxa na qual o corpo absorve açúcar, mantendo os níveis de açúcar no sangue estáveis. Profissionais de saúde recomendam o consumo de 20-30 gramas de fibra por dia para uma boa saúde. Boas fontes de fibras são grãos integrais, cultivados orgânicamente e frutas, verduras frescas. Assim como nozes e castanhas.

15. Melhore seu estilo de vida. Incorpore no seu estilo de vida boas noites de sono, aulas de yoga, desfrutar de uma massagem ou sauna,  usar na pele e cabelos produtos orgânicos.

 Lembre-se que a desintoxicação serve para eliminar impurezas do corpo permitindo a saúde e o bem estar, mas nada impede que os habitos adquiridos durante o processo de desintoxicação sejam mantidos.

 

Conheça o Mooncup (copo menstrual)

  

 

O Mooncup é um copo de silicone macio que é usado (especialmente na Europa) durante a menstruação. Tem se tornado muito popular por ser prático, econômico, confortável e ecológico, ou seja não gera lixo. Este é um dos raros produtos que não necessita de propagandas na midea, a popularidade se deve ao fato de que quem experimenta simplesmente não quer mais usar absorventes comuns.

Fácil de utilizar
O Mooncoop é usado internamente, em posição mais baixa que um absorvente interno, funcionando como recipiente do fluxo menstrual ao invés de absorvê-lo.
Quando inserido corretamente, o Mooncup é tão confortável que as usuárias devem lembrar-se que devem remover o mooncup no máximo  a cada 12 horas.

 O Mooncup é dobrado e inserido na vagina e, uma vez no interior, abre-se. A manutenção do mooncup é apenas fervura em água limpa a cada 2 meses.

 Por que é melhor?
O Mooncup foi feito por mulheres pensando no seu conforto e conveniência. Não há sujeira, fugas ou secura. O Mooncup permite não apenas poupar dinheiro, mas também respeitar o meio ambiente.

  O Mooncup é feito de silicone hipoalergênico. Não interfere com o estado de saúde da sua flora vaginal nem causa a acumulação de fibras na parede vaginal. Com o Mooncup, o seu corpo não absorve pesticidas ou agentes branqueadores presentes em outros absorventes higiênicos. O Mooncup é ideal pra viajar, nadar, fazer exercício e para utilizar durante a noite.
O Mooncup é adequado para as mulheres com pele sensível ou que sofram de alergias.

Que tamanho devo utilizar?
O tamanho está relacionado com a tonicidade do período.
Existem dois tamanhos diferentes:

Tem filhos? Tenho menos de 30 anos Tenho mais de 30 anos
Não Tamanho B Tamanho A
Sim, parto normal Tamanho A Tamanho A
Sim, por Cesariana Tamanho B Tamanho A

Cada mulher gasta cerca de 10.000 absorventes internos e externos durante toda a vida.

Vantagens do Mooncup:

O Mooncup vem com marcas em milímetros, permitindo medir o fluxo menstrual, muito útil para mulheres que precisem dizer ao médico o volume exato de perda de sangue.

•Muito mais econômico (calcule quanto gastas com absorventes todo o mês e veja quanto custa um Mooncup, que bem cuidado pode durar por cerca de 10 anos!)

• Fim da sujeira, fugas ou secura

•Não precisa mais ter diferentes tipos de absorventes à mão (para pouco fluxo, para noite, para piscina, etc)

•Não precisa mais comprar absorventes higiênicos todo o mês

Muito confortável e prático

• Sem exposição a pesticidas e agentes branqueadores , mais saudável

• Necessita-se esvaziar menos vezes que substituir absorventes higiênicos e absorventes internos  (pode ficar até 12 h sem esvaziar)

• Não necessita carregar na bolsa tampões ou absorventes volumosos

• Excelente para mulheres com pele sensível ou alergias

•Fim dos vazamentos à noite

•Fim do cheiro característico de quando estamos menstruadas

• É reutilizável – basta enxaguar e inserir novamente

• Não há tampões ou absorventes para deixar no lixo, aterros ou incineradores, sendo  a solução de higiene feminina mais benéfica para o meio ambiente.

 Onde comprar e saber mais sobre o Mooncup:

 http://www.mooncup.co.uk/languages/pt/compre-o-agora/Brasil.html

http://nossoquintal.org/2009/04/03/copinho-lunar/

Este post foi feito sem fins lucrativos.  Aqui coloco informações sobre um produto que utilizo e considero de excelente qualidade, por isso recomendo aos amigos que frequentam meu blog.

 

 

Mocinha que Acorda

Toda mocinha que já acreditou que precisa de casinha, vestido branco e bolo assado na cozinha venho dar o meu recado. Nunca é tarde para sacar da vida o verdadeiro significado: deves ter em ti teu mais forte aliado. Teus livros, teus amigos, tuas vontades, teus pecados. Deves esperar o amor, curtindo o sol, deitada na relva. Sem jamais esquecer: é a leoa quem caça sozinha na selva.

Escrito por FABIANA KELBERT

http://www.fabianakelbert.blogspot.com/

 

As Subversivas e Sedutoras Amazonas

A deusa Ártemis (Diana para os romanos) era venerada pelas amazonas, pois, como elas, habitava os espaços selvagens, recusava a sociedade dos homens e se dedicava à caça

  

   por Catherine Salles doutora em letras clássicas   

A mitologia colocou em cena esse povo estranho, formado por mulheres-soldados aguerridas, que recusavam a autoridade masculina e encarnavam o avesso do que pregava a sociedade antiga   

As amazonas pertencem ao domínio da transgressão. Essas guerreiras mitológicas simplesmente desprezavam os valores femininos vigentes na Antiguidade. Por isso, os gregos as viam como um desafio a qualquer “lei natural” ou social. Mais ainda, como um mal encarnado e ambíguo, que causava repulsa e, ao mesmo tempo, seduzia os homens. De fato, elas tinham em si uma centelha revolucionária, capaz de virar pelo avesso todas as certezas da sociedade grega.    

No mundo real, a mulher era sempre um ser menor, e sua função essencial era parir os futuros cidadãos da Grécia. O homem e a mulher eram complementares, mas sua natureza, de acordo com a vontade dos deuses, era essencialmente diferente, daí serem considerados unicamente viris o trabalho no campo, a caça, o treino desportivo e a guerra. Por extensão, as gregas também eram alijadas do poder político.    

As virtudes femininas eram a obediência e o pudor. Um texto de Aristóteles evoca bem o modo como os gregos justificavam pela ordem natural as relações entre sexos e define por antítese o que seria impossível para a mulher: “A natureza criou um sexo forte e um sexo frágil. O primeiro, em razão da sua virilidade, está mais apto a afastar os adversários, o segundo está mais apto a realizar-se sob a guarda masculina, devido a uma tendência natural para o medo. O primeiro traz para o domicílio os bens do exterior, o segundo vela sobre o que está em casa”.    

O texto prossegue da seguinte forma: “Na divisão do trabalho, o primeiro, menos afeito ao descanso, encontra prazer no movimento. O segundo está mais apto a levar uma vida sedentária e não tem forças suficientes para a vida ao ar livre. Enfim, se os dois sexos participam na geração das crianças, o bem destas últimas irá exigir de cada um dos pais um papel particular: a mulher terá a função de alimentá-las, o homem, a de educá-las”.    

A amazona é aquela que recusa essa distribuição de competências, pois pura e simplesmente eliminou os homens de sua estrutura política e social. Na Ilíada, essas guerreiras são chamadas por Homero de antianeira (anti-homem). O prefixo grego anti, nesse caso, pode ter o sentido de “contra” o homem, mas também de “igual” a ele.    

Representadas sempre como guerreiras e caçadoras, desde pequenas montavam cavalos (com as pernas abertas) e aprendiam a manejar o arco, o dardo, a espada e o machado de combate. Para atirar melhor, elas cauterizavam (ou cortavam) o seio direito, o que, para Hipócrates, “desloca toda a força e desenvolvimento para o ombro e braço”.    

O nome das fabulosas criaturas vem dessa prática: a-mazos significa “sem seio”. Por alguma razão, porém, a iconografia disponível costuma mostrá-las com os dois seios intactos. Além do significado prático, a mutilação do seio tem um aspecto simbólico: elas permaneciam mulheres pelo lado esquerdo e tornavam-se homens pelo direito.    

As guerreiras veneravam Ártemis, que, como elas, habitava os espaços selvagens, recusava a sociedade dos homens e dedicava seus dias à caça. Os relatos antigos sobre esses lendários seres informam que sua sociedade era dividida geralmente em duas tribos, cada qual com sua rainha. Enquanto uma estava ocupada com a guerra, a outra permanecia sedentária, para proteger seu povo. Sua hipotética “cidade” chamava-se Themiscrya, situada além do mar Negro, às margens do rio Termodonte.    

As amazonas podiam fazer longínquas incursões. São atribuídas a elas invasões na Ásia Menor e na Grécia. Em uma delas, Myrina, à frente de 20 mil guerreiras a cavalo e 3 mil a pé, declarou guerra aos habitantes de Atlântida, tomou conta da cidade, massacrou os homens prendeu mulheres e crianças. Elas eram temidas por andarem armadas e em bandos, mas também porque, não aceitando a presença de homens em seu meio, acasalavam como os animais, desprezando as regras do casamento entre humanos. Uma vez por ano, se entregavam aos povos vizinhos e obrigavam os homens a ter relações com elas. Tudo acontecia aleatoriamente, na escuridão, de modo que não pudessem reconhecer seus parceiros. Eram elas que violentavam e “usavam” os homens.    

Quando nasciam as crianças, conservavam as meninas e matavam os meninos. Recusavam-se a amamentar as filhas, com medo de deformar os seios, e criavam-nas com leite de égua.    

Não conheciam a navegação nem a cultura dos cereais – daí vem a outra etimologia proposta para seu nome, a-maza também quer dizer “sem cevada”. Alimentavam-se de carne crua.    

 Aventuras pela História e pela literatura   

Para os gregos, as amazonas não pertenciam apenas ao domínio da lenda. Muitos escritores procuraram emprestar fundamentos históricos às aventuras das guerreiras anti-homens.  

Heródoto consagrou-lhes inúmeros capítulos da obra Investigações. Segundo ele, quando os gregos conduzidos por Hércules voltaram para tomar o cinturão de Hipólita, trouxeram amazonas como prisioneiras. Elas reagiram em dado momento, mataram-nos e jogaram os corpos no mar.  

Ignorando tudo o que dizia respeito a navios e navegação, as mulheres deixaram então que a embarcação seguisse à deriva até encalhar no território dos citas, que viram no episódio uma ameaça de invasão. Partiram para o ataque, até perceber que os “inimigos” eram mulheres. Decidiram, então, “domesticá-las”, para gerar filhos corajosos. As amazonas aceitaram se unir aos jovens citas, mas logo tomaram as rédeas da coabitação: eles foram obrigados a deixar seu país e suas famílias para acompanhá-las até suas terras.  

As amazonas foram reencontradas em textos históricos posteriores. Por três vezes, entre 331 e 324 a.C., os exércitos de Alexandre, o Grande, encontraram as guerreiras. Sua rainha, Talestris, foi ao encontro do rei macedônio e passou 13 noites com ele.  

Em 63 a.C., o general romano Pompeu, perseguindo o rei Mitridates, chegou ao pé das montanhas do Cáucaso, onde enfrentou os albaneses. Após o combate, encontrou sobre o campo de batalha escudos leves e sandálias femininas. De acordo com algumas fontes, entre os prisioneiros de guerra encontravam-se inúmeras mulheres que, por falta de termo melhor, os romanos chamaram de amazonas.  

Nestes dois últimos exemplos, há uma grande distância entre as mulheres-soldados e as lendárias amazonas. Mas, penetrando em terras distantes, onde mal conheciam os povos e costumes, os ocidentais enfrentaram exércitos locais em que as mulheres combatiam como os homens – por falta de outra referência, gregos e romanos viram nelas a encarnação das guerreiras mitológicas.  

Na literatura, as amazonas foram protagonistas de algumas histórias imortais. Em uma delas, Teseu, tendo acompanhado Héracles (ou Hércules) em sua expedição até o reino das guerreiras, foi seduzido pela beleza de uma delas, Antíope. Sob o pretexto de lhe mostrar seu navio, ele a levou a bordo e zarpou imediatamente rumo a Atenas.  

Furiosas com o rapto, as amazonas atacaram a cidade tempos depois. Teseu conseguiu convencer seus compatriotas a enfrentar o temível exército feminino, e começou uma batalha aos pés da colina de Pnyx. No começo, elas levaram vantagem e perseguiram os adversários fora dos muros de Atenas. Depois os homens adquiriram vantagem e venceram a guerra. Antíope morreu atravessada por um dardo durante o conflito. Ela tivera tempo de dar a Teseu um filho, Hipólito, que herdou da mãe o gosto pela caça e era muito casto. – C. S.     

     

Encontro entre o exército de Alexandre, o Grande, e o grupo de guerreiras liderado por Talestris. Segundo textos ela teria passado 13 noites com o conquistador macedônio